Zonas urbanas em risco de cheias no primeiro trimestre de 2018

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Em reunião havida na última sexta-feira (15), em Maputo, com vista analisar o nível de risco em relação à próxima época chuvosa, o Conselho Técnico de Gestão de Calamidades (CTGC) admite possibilidades de chuvas – em escalas menores, no primeiro trimestre de 2018 – nas cidades de Maputo, Matola, Beira e Quelimane.

A previsão é de chuvas normais e acima de normal em todo o país, porém com riscos em algumas zonas urbanas devido à estruturas arquitectónicas.

Todavia, os perigos estendem-se para alguns rios. As bacias de Messalo – que ocupa uma parte da província de Cabo Delgado e de Niassa -; Megaruma, em Nampula; Lingungo, Buzi e Púngué, no centro e norte; Save e Incomati no sul mostram-se propensas à riscos que podem, igualmente, afectar as comunidades mas próximas.

A província e cidade de Maputo terá restrições de água potável, no mesmo período do ano. No que diz respeito aos danos provocados pelas chuvas, cheias e ciclone – em particular Dineo – no período de 2016/2017 o CTGC registou 43.781 casas totalmente destruídas, 1.054.707 pessoas afectadas, 2.413 salas de aulas completamente arruinadas, 108 unidades sanitárias afectadas, entre outros danos.

Em declarações, Paulo Tomás, porta-voz do INGC, destaca os estragos do ciclone Dineo, que fustigou, sobretudo, a província de Inhambane, afectando cerca de 551 mil pessoas, nos distritos de Morrumbene e Homoine.

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